23/09/2010

Ministro visita fábrica em Aliança

A empresa pernambucana Implanor, que desenvolve e fabrica equipamentos agrícolas com tecnologia de pon­ta, em Caueiras, distrito de Aliança, recebeu a visita do ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que foi até o local para reconhecer e atestar o trabalho desenvolvido pela indústria. A Implanor produz algumas das mais modernas máquinas destinadas ao campo em todo o mundo. Rezende foi recepcionado pelo diretor da empresa, José Guilherme Queiroz, que, na ocasião, apresentou como são projetadas e industrializadas suas principais máquinas.


A Implanor  possui duas filiais para suporte em assistência técnica, uma em Sumaré (SP) e a outra em Maceió (AL), que prestam serviços aos clientes das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul, além da Argentina. Os produtos comercializados foram projetados para a área florestal e canavieira, simplificando e barateando os custos de produção.


CARREGADEIRA

Um exemplo da modernidade das máquinas Implanor está na carregadeira da mar­ca. “A máquina pode se movimentar numa direção de 360 graus sobre seu próprio eixo, com o simples comando de dois pedais. Além disso, sua estrutura apresenta baixo centro de gravidade, tem a forma triangular com três pontos de apoio e tração positiva independente, sendo possível, com isso, operar em bom desempenho em ter­­renos com inclinação de 32 graus, condição na qual qualquer carregadeira convencional capotaria”, explicou Queiroz, destacando que a máquina é ideal para a retirada mecanizada da cana-de-açúcar em topografias muito acidentadas.


Acompanhado do diretor do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), Fernando Jucá, e da presidente da Associação Pernambucana dos Produtores de Aguardente, Margareth Pereira Lima, o ministro se mostrou impressionado com o que viu. “Esta empresa nasceu da ousadia de um empreendedor perspicaz, um exemplo de modernidade, in­teligência e visão empre­endedora. Ninguém imaginaria que numa região conservadora um investidor pudesse desenvolver uma indústria dotada de tecnologia de ponta. No passado, José Guilherme viu que a cana-de-açúcar seria propulsora do desenvolvimento do Estado e precisava se modernizar”, declarou o ministro.

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